sábado, 6 de setembro de 2014

Cafe Boulud

Depois da nossa visita ao Whitney Museu fomos almoçar no agradável Cafe Boulud que fica no Hotel The Surrey, bem próximo ao museu no Upper East Side. O menu é inspirado nas musas culinárias de Daniel Boulud : a tradição mostrada pela gastronomia francesa clássica; a sazonabilidade e os sabores de cozinhas do mundo. Depois de ganhar três estrelas do New York Times , assim como uma estrela no Guia Michelin, Café Boulud é tanto um destino para um almoço casual e elegante, um jantar com degustação de vinhos como para um brunch de domingo. Recomendo!



sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Whitney Museum Biennial 2014

Na primeira manhã  (16/03/14) do nosso "tour das artes" fomos visitar a Bienal do Whitney Museum of American Art. "A Bienal do Whitney Museum é o maior evento “caça-talentos” das artes americanas. Muitos dos artistas participantes são jovens e são escolhidos para mostrar o que tem sido produzido no país. Entre 7 de março e 25 de maio de 2014, acontece a próxima edição do evento que será também a última a acontecer no icônico prédio projetado por Marcel Breuer – antes de o Whitney se mudar para Downtown (o novo prédio projetado por Renzo Piano deve ser inaugurado no começo de 2015 vai ficar perto do Highline e das galerias do Chelsea). Nesta edição, a Bienal conta com três curadores – Stuart Comer, Anthony Elms e Michelle Grabner – sendo que cada um cuidará de um andar do museu. No total, serão 103 artistas, que trabalham sozinhos ou em coletivos, usando diversos tipos de mídia – dançarinos, escultores, artistas-curadores, ativistas, etc." Texto Magnólia Costa. Vejam aqui esse filminho que explica muito bem como vai ser o novo edifício.
Sugiro dar uma olhada no sie para ver as exposições que estarão rolando quando forem viajar, sei que agora está tendo uma grande do Jeff Koons.
Vejam um pouquinho do que vimos por lá na Bienal:


"BENDER Nascido em 1951 em Seaford MORREU 2004 em Nova York, NY
VANDERHYDEN NASCIDO 1978 em Menasha, WI Vive e trabalha em Nova York, NY
Em uma entrevista de 1987 , Gretchen Bender disse : "Eu penso nos meios de comunicação como um rio canibal. Um fluxo de corrente que absorve tudo." Trabalhos de Bender em fotografias, filmes e instalações abordou este fluxo incessante de informações e imagens que emanam de filmes, televisão e publicidade. Desde o início de sua carreira na década de 1980, Bender estava intimamente ligado aos artistas da chamada Geração de Imagens, que assumiu preexistentes imagens , que pegaram textos e conceitos preexistentes e conceitos de cultura e reposicionou-os em sua arte como uma forma de leitura e desconstrução de códigos culturais complexos. Embora seu trabalho tenha sido exibido e discutido amplamente na década de 1980, Bender não teve sucesso crítico ou comercial relativo ao de seus pares.

Ao longo dos últimos dois anos, artista radicado em Nova York, Philip Vanderhyden tem trabalhado para reconstruir e apresentar uma série de performances e obras de arte de vídeo de Bender. Pessoas com dor, originalmente exibido em 1988, apresenta um campo amassado de vinil backlit com neon iluminando uma série de títulos de filmes, apontando para os significados culturais e narrativos desses. O trabalho original nunca encontrou um lar permanente; caiu em desuso e foi descartado após a morte de Bender em 2004. Vanderhyden o refez com um interesse em como "ressurgimento" da peça ilustra o modo como "nossas experiências culturais vivem e morrem." Os títulos iluminados, invocando filmes de décadas atrás fazem referência a um momento cultural que é passado, se não esquecido; ao mesmo tempo, o comentário de Bender nos abrangente fluxos de informação só se tornou mais relevante para nossos dias."


"Joel Otterson
1959 nascido em Los Angeles , CA Vive e trabalha em Los Angeles , CA 
Combinando arte e artesanato, Joel Otterson produziu por mais de trinta anos e artes decorativas inspiradas em igual medida pela classe média americana (mais especificamente a californiana) espaços domésticos e cultura não convencional. Os lustres mostrados na Bienal são construídos a partir vidro baratos de brechó e modelado segundo os "lustres Birdcage" Baccarat do final do século XIX, bem como a famosa Bottle Rack de Marcel Duchamp (1914), uma referência que traz o trabalho de Otterson em diálogo com a tradição de escultura readymade . Também exibidos uma cortina e a cabana igualmente mesclam o cotidiano com o requintado em um modo que abraça a ironia do campo estético."

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Seraphina Always

O primeiro jantar com a turma das mulheres foi no Seraphina Always na 61th St., pois como elas haviam chegado hoje mesmo e estavam cansadas fomos no lugar mais perto possível do hotel.
O Seraphina é um bom quebra-galhos, para comer rápido sem muita frescura, principalmente almoço, e para quem está com kids é uma ótima opção. Eu já tava enjoada de tanto comer no navio, já venho viajando a muitos dias, e como viram alguns posts antes a  noite anterior foi no Eleven Madison Park, onde comi demais e resolvi jantar só uma saladinha e foi mais que bom, elas pediram vinho e nem quis saber, daqui para frente a viagem vai ter foco nas artes e não mais na gastronomia! ;)
foto do sie do restaurante

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Dry Bar e Ten Over Ten

Depois que meu marido foi para o aeroporto, sobrou um tempinho para mim, antes da chegada das minhas novas cias de viagem, a mulherada para o tour das artes. Minhas unhas estavam um caco e resolvi procurar um salão. Fui alí num salão na Park Avenue perto do hotel mas estava lotado, aí resolvi ir até um dos Dry-bars para ver se rolava uma escova e se de repente achava uma manicure por perto... O Dry Bar tem conceito de escova express, também é uma ótima ideia para quem está viajando e quer dar um tapa no visual. A escova lá custa 40 dólares e inclui lavagem, e você escolhe o jeitão num menu, ah eles têm também uns opcionais como massagem no couro e preso básico. Os produtos da linha deles são bem legais também, gosto do shampoo seco que vende na Sephora. Vale checar o site, dá para marcar tudo por lá! 
Fui até o endereço em Midtown que fica no subsolo do Hotel Le Parker Meridien no 110 da 56th entre a 6th e a 5th Avenues. Não sei como achei, um elevador que parecia de serviço lá no fundão do Hotel...Sei que a escova não rolou assim de última hora, pois não tinha horário, mas fiz as mãos no Ten Over Ten logo ao lado e adorei. No subsolo ficava a academia e os salões de beleza. Fica a dica de "manutenção" para quem for ficar mais tempo na cidade!


E ao lado o en Over Ten que é bem bonitinho também. Dá para comprar alguns produtos, comprei o mesmo esmalte que usei lá, caso lascasse, lindo chamava Russian Red da Essie.
Segue abaixo a tabelinha de serviços e preços que peguei lá, são de março 2014.


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Museu de história Natural NY

No meu último dia com meu marido em NY nessa viagem (ele foi embora e a mulherada chegou para o tour das artes) tomamos café com um amigo dele que mora na cidade faz anos e fomos andando pelo Central Park até o Museu de História Natural. Vi que o lendário restaurante do CP Tavern on the Green estava prestes à reinaugurar, no momento desse post já deve estar em funcionamento há meses!
Vejam aqui todos os filmes em que o restaurante aparece.
Nossa, não ia lá fazia 19 anos! Meu marido que ama bichos que quis ir e achei boa ideia, só que tava bem cheio pois era final de semana...O Museu é bem legal, principalmente se você estiver com crianças, elas estavam por todas as partes e me pareceram bem animadas!
Depois do nosso passeio pelo museu, já estávamos com fome e comemos um hot-dog no carrinho parado bem em frente. Que delícia, não dá para ir para NY e não comer pelo menos 1 dog no carrinho! Alguém aí tem dicas dos melhores carrinhos?? Caiu como uma luva e depois voltamos andando para o hotel. Acho que ao todo a caminhada do dia deu uns 12km, tá bom pra quem tinha feito uma cirurgia no pé, né?





segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Restaurante Eleven Madison Park em NY

Nosso jantar da noite foi no renomado restaurante três-estrelas Eleven Madison Park. Fomos para lá empolgados, pois nos foi super recomendado. O restaurante é bem bonito, porém achei o salão um tanto frio e nem um pouco aconchegante.
Quando chegamos já era tarde, pois não havia disponibilidade para um horário mais cedo na época da reserva, que foi feita um mês antes da data, ou seja, quando abriram as reservas no Open Table. Não sei se isso também nos atrapalhou, mas posso dizer que nossa experiência nesse restaurante não foi das melhores.
Não estávamos na vibe de comer um menu degustação de hoooorasss, queríamos apenas comer bem, num tempo razoável e passar alguns momentos de descontração....
Acontece que nos anunciaram que seriam 14 pratos, mas seriam pequenos...Esse é o bode que tenho de menu degustação, pois mesmo pequenos os pratos acabam sendo demais e nunca são apenas os pratos descritos, o chef acaba mandando um "amuse-bouche", uma pré-sobremesa e uma pós-sobremesa a mais...
Aqui aconteceu tudo isso, mais a encenação que era a apresentação de cada prato....Uma histórinha de 5 a minutos de cada prato narrada pelo garçom (a e para cada prato vinha um garçom diferente). Posso dizer que não tirei fotos de todos os pratos, pois chegou uma hora eu cansei...E também chegou uma hora que não tinha mais fome e nem assunto...
O pior de tudo foi que não comi nada que me fizesse delirar...tantas chances para acertar e tanta criatividade, que acho que às vezes menos é mais e simples é muito mais!
Ahahaha, até a moça que tava servindo falou que a TORTURA já estava chegando ao fim....Ai ai sei que cheguei no hotel passando mal e não consegui dormir, acho que até entendi a sensação das pessoas com bulimia :P. Ah, e como não consegui comer tudo, levei os pretzels e chocolates para o hotel junto com dois vidrinhos de granola que foram presente do restaurante, que simpático, vai que eu queira fazer um lanchinho depois né??
Bom, eu não voltaria e se você deseja ter "A" experiência gastronômica em NY, eu indico mesmo o Le Bernardin do post anterior!















sexta-feira, 25 de julho de 2014

Restaurante Le Bernardin

Para quem gosta de peixes e frutos do mar o restaurante Le Bernardin é tiro certo, pode ir de olhos fechados. Maravilhoso! Lá pedimos 2 entradas, 1 prato e uma sobremesa cada. Me arrepia ouvir as palavras menu-degustação, mas aqui pode ir tranqüilo nos 4 pratos, pois as porções são pequenas e muito saborosas e o timing também é muito bom: per-fect! É um restaurante  refinado e pede paletó para os homens. A reserva também deve ser feita com antecedência, pois é bem concorrido. Tem três estrelas Michelin que deve ter ganho mesmo pelo talento, pois não é cheio de invenções como alguns outros três estrelas de NY. Com certeza esse aqui está entre os 3 melhores retaurantes de NY na minha opinião. Não perca! Veja alguns dos pratos que pedimos
Acima tartar de robalo, salada jicama e emulsão de manga e champagne
Acima: finas camadas de atum , foie gras, cebolinha, azeite extra virgem e torradas de baguete para acompanhar
polvo
king crab com creme de cogumelos

acima halibut
o arroz acompanha com folhas de ouro
e as sobremesas hmmmm mil folhas de chocolate
bolinho mousse de banana
e acima o quadro que decora o salão do artista Ran Ortner

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Sushi of Gari Upper East Side

Primeira coisa que fiz quando cheguei em Nova York após desarrumar as malas foi sair para jantar no Sushi of Gari. Hmmm que delícia!! Desde que comi no Sushi of Gari da 46th St. eu sonho com sushi de lá. Dessa vez reservei o balcão do Gari da 78th St. no Upper East Side, mais conceituado que as outras unidades pois tem uma estrela no Michelin. Bom posso dizer que não vi muita diferença entre esse e o da 46th, já meu marido preferiu a outra unidade... O jantar foi delicioso, mas recomendo pedir Omakase (seleção do sushiman com os melhores peixes do dia, uma sequência de sushis) só se tiver afim de comer muito, se não acho melhor pedir na mesa que sai um custo-benefício melhor, o Omakase sai bem caro.




quarta-feira, 23 de julho de 2014

St Ambroeus

Essa pequena unidade da Sant Amboreus é um Coffee Bar colado no Hotel Loews Regency, onde eu tomei café alguns dias. Como a minha programação em NY essa vez foi muito corrida, com horários fixos e tal, eu vim aqui alguns dias. Os sanduíches são uma delícia, o único problema é que não tem mesas...pois é achei mesmo um problema , pois odeio comer em pé, mesmo nos balcões, mas como era rapidinho ok. Já mostrei aqui a outra unidade do Sant Ambroeus mais charmosa que fica na Madison, é um lugar bem legal para almoçar também.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Hotel Loews Regency NY

Uma ótima opção de hospedagem em NY é o Lowes Regency Hotel localizado entre a 61st e a 62st e a Madison e Park Avenues. Menos de um quarteirão da Barney's e a 2 do Central Park. Estive lá em março e estava recém inaugurado pós reforma. Os quartos são muito espaçosos, coisa rara em NY e o serviço no geral é muito atencioso. Adorei ficar lá e vou cotar com certeza na minha próxima ida. Ao lado abriu uma pequena filial do restaurante/patisserie St Ambroeus, vou falar mais no próximo post.
Gostei de tudo no hotel, a única coisa que faltou foi um chuveiro separado da banheira, com box de vidro (para mim faz muita diferença!!). Mas no geral o hotel está aprovadíssimo: bem localizado, quarto grande, espaço para guardar tudo e novinho!!