segunda-feira, 27 de julho de 2015

Sperone Westwater Gallery

Sperone Westwater é uma galeria de arte nova iorquina  estabelecida  no bairro Bowery. Sua estrutura foi concebida por Norman Foster e fica apenas a alguns passos do New Museum. São nove andares, dos quais cinco são espaço de exposição. O "tchans" da galeria é uma  "sala elevador" que se move gradualmente entre os primeiros cinco andares, e é visível a partir da rua. A galeria de movimento também pode ser bloqueada em um andar para estender seu espaço para exposições. 
foto do site da galeria






sábado, 25 de julho de 2015

Passeio pelas galerias no Chelsea

O post de hoje vai juntar duas viagens à NY, uma continuação desta que vocês acompanham em março de 2014 e outra em novembro do mesmo ano, pois faz tanto tempo que não posto que consegui a façanha de acumular dois passeios para o mesmo lugar sem post! Voilá:
Começamos o dia nas galerias do Chelsea, um programa muito legal de se fazer em Nova York para quem gosta de arte. A maioria das galerias estão no quadrilátero das ruas 30 e 19 e entre as ruas 10 e a 11. O gostoso é ir andando por lá, entrando nas galerias, sem tempo marcado e nem destino certo e também sem dar muita bola para as meninas com ar blasé atrás dos computadores...a não ser que você queira adquirir alguma obra...
Outra opção é entrar no site Chelsea Gallery Map para ver as exposições e galerias que estão rolando no momento e também seus endereços para não perder nenhuma super exposição como a que vi do Picasso na Gagosian do Chelsea no final do ano passado (2014) . Agora se você quer otimizar seu tempo eu indico um o Artsy Tour com a Gisela Gueiros do blog Taxi Amarelo. São apenas algumas horinhas de caminhada rápida pelo bairro, onde ela leva um pequeno grupo  nas galerias que estão tendo expos  mais legais e fala sobre os artistas e obras de um jeito objetivo e fácil de entender, mesmo para os não iniciados.
Abaixo um pouquinho do que vi por lá em março e em novembro de 2014 com meu grupo do museu; não tirei muitas fotos mas aí vão as poucas que fiz por lá:
Começamos aleatoriamente pela galeria C24, onde para nossa surpresa vimos algumas obras da série "Gaze" que gostamos muito do artista turco Irfan Önürmen. São espécie de tule sobrepostos e as dimensões são grandes, essa por exemplo tem 1.42m x1.98m.


Abaixo as instalações esculturais de luzes do artista Jim Campbell que gostei muito. Estavam expostas na Galeria Bryce Wolkowitz (505 W 24th St).






Abaixo obras da artista coreana Ran Hwang. A primeira vez que vi seu trabalho foi numa foto do site Artsy, e pirei, amei muito. Aí quando fui para NY em março de 2014 calhou da galeria que a representa por lá (Leila Heller Gallery) estar mostrando seu trabalho. Nossa esse painel todinho de paetês e alfinetes com projeção de aranhas era mesmo de cair o queixo! Vale a pena entrar no link dela para ver mais obras. A Leila Heller é uma galeria bem legal e ano passado abriu outra unidade no Upper East Side.


Fomos também nas grandes como a Gagosian, David Zwirner e a Pace onde para a histeria da mulherada encontramos Leonardo Di Caprio e Tobey Maguire (aquele que fez Homem Aranha e que era o primo de Daisy em O Grande Gatsby)
Em novembro eu e meu marido fizemos o Artsy Tour da Gisela Gueiros, foi uma ótima coincidência pois eu estava vindo de uma viagem com foco em arquitetura e aqui ela arrematou com um pouco da nova arquitetura de Nova York. Esse edifício abaixo foi projetado por Frank Gehry (o mesmo arquiteto do Gugenheim Bilbao)
 e esse que pertence a galeria David Zwirner pela aquiteta "do momento" Anabelle Selldorf
 Fomos também a Galeria Petzel onde vimos o trabalho do artista John Steazaker e a Galeria Jack Shainman onde vimos os trabalhos das fotos abaixo do artista nativo de Gana, El Anatsui e à Gagosian onde vimos a expo  Picasso & the Camera. Nessa última era proibido fotografar...pena, pois estava mara!




 Abaixo a Printed Matter, livraria fundada pelo top artista Sol Le Witt no final dos anos 70

 Por fim subimos no High Line onde ela nos explicou um pouco sobre o projeto de paisagismo de Piet Oudolf  (vale entrar no site dele, pois ele tem trabalhos incríveis) e o tour terminou na frente do mural de Alex Katz e ao lado do novo Whitney Museum. As árvores estavam lindas com folhas avermelhadas de outono, essas foram as maiores obras de arte do dia!



Além dos links acima a Gisela Gueiros também nos passou estes:
Para quem quiser ver o documentário do High Line, segue o link: http://www.checkerboardfilms.org/films/show/n/DSR
Aqui o site que fala de todos os prédios em volta do High Line:
http://www.livinthehighline.com/buildings
Sobre o trabalho de Joseph Beuys na rua 22
http://www.diaart.org/sites/main/7000oaks



sábado, 18 de julho de 2015

The Frick Collection

A The Frick Collection fica na antiga residência de Henry Clay Frick (1849-1919), que foi projetada por Thomas Hastings e construída em 1913-1914. Após a morte da Sra Frick, em 1931, foram feitas algumas alterações  ao edifício  pelo arquiteto John Russell Pope, e, em 1935, a coleção foi aberta ao público.
Vale muito visitar a coleção, pois com certeza serão momentos de esplendor e tranquilidade de um tempo passado no meio da correria nova iorquina e como é um museu pequeno toma pouco tempo.
Henry Clay Frick foi um dos empresários mais bem sucedidos da América, e a coleção é composta de obras-primas da pintura ocidental, escultura e artes decorativas, exibidas em um ambiente sereno e íntimo. Cada uma das dezesseis galerias permanentes da coleção oferece uma apresentação única de obras de arte dispostas  à maneira como o Sr. Frick as apreciava. A casa  se debruça sobre a Quinta Avenida e tem um jardim elevado pontuado por três magnólias magníficas. Os pontos altos são a sala totalmente pintada por Fragonard e também obras-primas de Tiziano, El Greco, Bellini, Constable, Ruisdael, Corot, Rembrandt, Velázquez, Goya e outros. 

domingo, 12 de julho de 2015

New Museum

E no New Museum tive a chance de pintar as paredes, coisa que eu sempre quis fazer! Na exposição que vimos do artista polonês Pawel Althamer o público é convidado a desenhar nas paredes brancas do último andar. Althamer disse que seu objetivo é perder o controle sobre sua arte. Foi a primeira exposição em museu de Althamer nos Estados Unidos. A exposição também incluía vídeos e esculturas de figuras humanas, como que pareciam danificadas pela guerra, agora as figuras empalhadas eram muito, mas muito aflitivas!!!


Para a figura abaixo ele usou a filha como modelo, era muito forte e o que mais incomodava era a pena balançando no vento.








sábado, 11 de julho de 2015

Restaurante Freemans

O Freemans também é ideal para um dia frio de inverno e para quem tiver pelo Soho ou para quem for visitar o New Museum que foi o nosso caso. É ideal para o frio, pois tem o interior meio "cavernoso", porém bem estiloso e cheio de gente descolada....Começa que a entrada é nesse bequinho que você não dá nada, depois ao entrar a surpresa do lugar super cozy, mas ao mesmo tempo com um ar meio pesado por conta dos animais empalhados.
Os pratos da minha mesa estavam todos apetitosos e o vinho deixou o pessoal bem alegrinho!! Eu comi o vegeterian black bean burguer e gostei.



quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Minetta Tavern

Depois do longo dia na Filadéfia jantamos no Minetta Tavern. Vimos por lá a Dita von Teese, aquela artista de burlesque. O Minetta é muito legal, ainda mais no inverno, pois é bem cozy, toca música alta e é lotado!! A vibe é bem legal, porém bem agitada!! O burguer daqui é um dos mais bem cotados de NY,  você pode escolher entre o Minetta Burguer ou o Black Label Burguer! Eu fui de Black Label e não me arrependi!
fotos do site do Mineta



segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Um dia em Filadélfia

O Day 04 do Tour des arts começou bem cedo, pegamos o trem na Penn Station , a estação de trem que fica na 8a. entre a 31th e a 33th sob o Madison Square Garden, rumo à Filadélfia na Pennsilvanya.
Como a cidade fica a uma hora e meia de trem de NY fizemos um bate-volta, que deixou "gostinho de quero mais".
A cidade é a quinta mais populosa dos Estados Unidos e é o centro econômico e cultural do Vale do Delaware. Foi aqui que foi  assinada a Declaração de Independência em 1776 e a Constituição em 1787. É conhecida por suas artes e cultura e tem mais esculturas ao ar livre e murais que qualquer outra cidade americana. Ou seja, a cidade é um prato cheio para quem gosta de artes.
Chegamos a belíssima estação de lá, tomamos um café por lá mesmo, pegamos um táxi  e partimos rumo ao Philadelphia Museum of Art. Este museu ficou famoso por causa do filme Rocky, onde Silvester Stallone sobe as escadarias do museu correndo. Vimos várias pessoas fazendo o mesmo para tirar fotos, inclusive eu, tsss.... 
O museu guarda um dos mais importantes acervos de arte nos Estados Unidos e fomos até lá para ver algumas das obras do revolucionário artista Marcel Duchamp, pois o museu é um dos melhores locais do mundo para ver seus trabalhos.
Para saber mais sobre Philly - apelido carinhoso da cidade - separei uns links:
do Viaje na Viagem, do MauOscar e o Visit Philadelphia.
Vejam a foto acima do interior da estação com destaque para a escultura chamada Anjo da Ressureição



Acima as icônicas escadarias do filme Rocky e abaixo a estátua que fica logo ao lado da entrada para o museu.
Abaixo algumas das obras de Marcel Duchamp que vimos por lá:
Acima a obra 50cc of Paris Air : Duchamp comprou este ampola vazia de um farmacêutico e trouxe de lembrança de viagem um pouco do "ar de Paris" como uma lembrança para seu amigo e patrono, Walter C. Arensberg. Abaixo alguns de seus "ready-mades": Bottlerack e Bicycle Wheel

Abaixo o quadro A noiva e outros trabalhos relacionados a obra O Grande Vidro - um dos principais motivos da nossa peregrinação até Filadélfia


Abaixo O Grande Vidro: "Certamente uma das obras mais enigmáticas de arte em qualquer museu, O Grande Vidro domina uma galeria dedicada à obra de Marcel Duchamp do local exato em que ele colocou em 1954. Executado em dois planos de vidro com materiais não convencionais, tais como folha de chumbo , fio de fusível, e poeira, a aparência do vidro é o resultado de uma combinação extraordinária de procedimentos possibilidade, estudos de perspectiva cuidadosamente desenhados e artesanato trabalhoso. Em seu aspecto metafísico, notas preparatórias volumosas de Duchamp , publicados em 1934, revelam que a sua " imagem hilariante" destina-se a diagramar o andamento errático de um encontro entre a "noiva ", no painel superior , e seus nove "pretendentes" reunidos timidamente abaixo em meio a uma grande variedade de aparelhos mecânicos misteriosos. Exibido apenas uma vez ( em 1926 no Museu de Brooklyn ) antes de ter sido quebrada acidentalmente e laboriosamente reparados pelo artista do vidro se juntou a coleção do Museu em 1953 e tornou-se progressivamente objecto de uma vasta literatura acadêmica e objeto de peregrinações para inúmeros visitantes atraídos pela redefinição espirituosa , inteligente e libertadora que uma obra de arte pode ser." - Anne d' Harnoncourt , do Philadelphia Museum of Art: Manual das coleções (1995), p . 316 .

e abaixo mais alguns dos inúmeros trabalhos maravilhosos que vimos por lá como
Joseph Albers
Chagall
Lautrec
mais Chagall
Paul Klee
Bruce Nauman
E acima esse aquário com uma réplica da Sleeping Muse de Barncusi do artista Pierre Huyghe. Almoçamos no museu mesmo e como acabamos cedo deu tempo de fazer um city tour pela cidade, que deixou com vontade de quero mais.






Acima a escultura LOVE de Robert Indiana



Acima a Basílica de São Pedro

Acima e abaixo a Academy of Natural Sciences

Acima e abaixo a Fundação Barnes que também é um museu maravilhoso cheio de obras impressionistas

O museu Rodin também vale a visita, é a segunda maior coleção depois da de Paris
Acima a casa do filme Sexto Sentido