quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Dicas de Viagem Paraty

Quando Ir:
  • De abril à agosto o clima é bom e é baixa temporada. 
  • A Flip (Festa Literária Internacional) acontece na primeira semana do mês de Julho e agita a cidade.
  • Paraty em Foco - para amantes da fotografia (setembro)
  • Bourbon Festival - festival internacional de jazz  (maio)
Onde ficar
Fazer
  • Passeio de barco na baia é imperdível. Dica de barco aqui. Parar para comer frutos da mar a la plancha no Catimbau na Praia do Baré ou no Restaurante do Hiltinho na Ilha do Algodão. 
  • Tomar banho de cachoeira e depois comer no Restaurante Le Gite d'Indaiatiba. Cozinha  de chef brasileira com twist francês.
  • Saída de mergulho na baia - se você mergulha é top! Para mais infos clique aqui.
  • Trekking subidão ao pico chamado pão de açucar no Saco do Mamangua. Conhecido como o fiorde brasileiro. Tem relevo com 33 praias de areia cercado de morros de Mata atlântica. 
  • Trindade, vilarejo meio hippie, que já foi de pescadores. Rodeado por belíssimas praias. Visitar somente em  baixa temporada.
  • Massagens e spa day no Spa Shambhala.
  • City Tour a pé onde e visita às igrejas quando abertas (de 4º à domingo).
  • Praia do Sono, Antigos e Antiguinhos. 
Jantar:
  • Banana da Terra
  • Punto Di Vino
  • Pippo -  do mesmo dono do Pinto Di Vino
  • Marriah Bistro - Restaurante charmoso, oferece cozinha italiana e está localizado em um belo local, com uma bela vista da Baía de Paraty. 
  • Refúgio - Na praça da Bandeira, oferece culinária brasileira e internacional, com boas opções em frutos do mar.
  • Thai Brasil -  restaurante tailandês, perto da prefeitura, a cerca de 200 metros da ponte que leva ao Centro Histórico.
  • Creperie Le Castellet - Agradável bistrô francês, com mesas na calçada.
  • Casa do Fogo - comida flambada na cachaça.
A noite é uma criança, drinks e música:
  • Casa Coupê - bar na frente da Praça da Matriz
  • Tapiocaria dentro do Armazém Paraty - drinks, tapioca, sucos de fruta e aos sábados roda de samba
  • Paraty 33 para dançar
  • Café Margarida - drinks
Compras:

Artesanato, dècor e Antiguidades:
Livraria:
Sites Paraty:
Dica Importante:
  • Esqueça salto alto e anabelas. Traga tênis, hawaiannas e rasteiras, pois as ruas são de pedra bem irregulares (conhecidas como pé de moleque). 
Úteis

Código de área - (24)
Centro de Informações Turísticas - 3771-1046

Portal de Informações Turísticas
Horário de Atendimento 08h às 20h
Avenida Roberto Silveira, S/N
(24) 3371-1897

Centro de Informações Turísticas
Horário de Atendimento 08h às 20h
Avenida Roberto Silveira, S/N
(24) 3371-1222


História de Paraty - texto de Lia Capovilla, Ana Liz e Nicolas Graf

A região de Paraty recebeu os primeiros portugueses no final do século XVI. Quando aqui chegaram, construríram suas casas no local que é hoje é conhecido como Morro do Forte. Na época, esses imigrantes conviviam com os índios locais, os "Guaianás", que já habitavam a região e para qual deram o nome de Paraty, que em tupi significa "água do mar".

Por volta de 1630, Dona Maria Jácome de Melo doou algumas terras localizadas na região entre os rios Perequê-Açu e Patitiba, onde foi iniciada a construção do novo povoado e onde ergueram uma capela para Nossa Senhora dos Remédios. Em 28 de fevereiro de 1667, o povoado, que até então pertencera à Vila de Angra dos Reis, passou a ser conhecido como independente graças à revolta popular.

No final do século XVII, uma trilha indígena - por onde transitavam pessoas, gêneros e tradições portuguesas passou a ser utilizada para o escoamento da produção de ouro e pedras preciosas das Minas Gerais, atividade que originou o que conhecemos hoje como "Caminho do Ouro" ou "Estrada Real".

Foi no século XVIII que a tradicional Igreja da Matriz foi erguida, assim como as igrejas de Santa Rita e de Nossa Senhora do Rosário. Essas construções tiveram grande peso na definição do traçado urbano da cidade, em forma de leque, à moda portuguesa.
Também nessa época, a produção de aguardente intensificou-se, e foi aí que começou uma cultura que até hoje acompanha a região. No século XIX, a produção de cachaça atingiu cerca de dois milhões de litros, e pela estrada da serra descia até o Vale do Paraíba. Ainda nessa época, as ruas terminavam de ganhar seu calçamento de pedras, foi construído um novo hospital e uma nova capela (Capela das Dores) e as obras da Igreja da Matriz foram concluídas.

Durante quase cem anos, Paraty amargou uma época decadente por estar isolada das rotas de comércio do país. Ironicamente, esse foi o fator chave da preservação de seus edifícios, ruas, cultura e tradições, que hoje, aliados a sua exuberante natureza - que conta com inúmeras praias, ilhas, trilhas e cachoeiras - são seus principais atrativos turísticos.

Paraty foi inscrita nos livros de Tombo do IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 1958, e reconhecida como Monumento Nacional em 1966. Hoje, Paraty é candidata ao título de Patrimônio Mundial pela UNESCO.




Nenhum comentário:

Postar um comentário

Deixe seu comentário aqui que o mais breve possível eu responderei com prazer!